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Castellón de la Plana é a localidade que nasceu, no século XIII, devido ao interesse de Jaume I, el Conquistador. Segundo documentos escritos encontrados, Castellón de la Plana é uma cidade cujo nascimento data de Setembro de 1251, quando Jaume I concedeu a sua autorização real para a criação deste município (Em Lérida, em Setembro de 1251, Jaime I assinava um documento no qual autorizava Ximén Pérez de Arenós, seu lugar-tenente no Reino de Valência, a mudar a vila de Castellón desde a sua localização original para o lugar da planura que lhe pareceu mais apropriado).. Em honra a este facto, todos os anos, em Setembro, têm lugar as Fiestas de la Magdalena, festas da padroeira de Castellón de la Plana. Estas festas consistem numa romaria massiva, a Romaria de les Canyes até à Igreja do velho solar, uma ermida branca dedicada a Santa Maria Madalena.
A partir daí, a cidade começou a estender-se em direcção ao mar, situado a poucos quilómetros, tendência esta que se tem mantido desde as suas origens até à actualidade. Neste contexto, há que assinalar que o Porto de Castellón é um dos principais portos de Espanha. Desde finais do século XIII que a vida mercantil de Castellón tem sido muito activa, e a parte urbana foi crescendo à medida que a sua economia foi estabilizando, tendo o número de habitantes crescido da mesma forma.
A partir do século XIV, Castellón ganhou novos privilégios, para se auto-governar e para ser sede uma das governações.
Daí até aos nossos dias, a história de Castellón é a história do desenvolvimento, do crescimento de uma cidade e do crescimento demográfico.
Se decidir vir a Castellón, não se esqueça de visitar o Cerro de la Magdalena, uma colina situada no Deserto de Las Palmas, em cujo cume se encontram restos de muralhas e torreões que atestam que houve dias em que havia um castelo neste lugar.
Desde este ponto elevado, tinha-se uma boa perspectiva de toda a planura envolvente. |